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Archive for the ‘Linux’ Category

Linux - Utilizando chkconfig

July 26th, 2010 Marcelo No comments

Linux / Unix Command: chkconfig

Command Library

NAME
chkconfig - updates and queries runlevel information for system services

SYNOPSIS

chkconfig –list [name]
chkconfig –add name
chkconfig –del name
chkconfig [--level levels] name
chkconfig [--level levels] name

.

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Linux - Comandos de Rede

June 30th, 2010 Marcelo No comments

Para configurar e levantar uma interface com um determinado IP:

# ifconfig eth0 10.0.0.1 netmask 255.255.255.0 up

Para desabilitar uma interface:

# ifconfig eth0 down

Para configurar um “alias” em uma interface, juntamente com outro endereço IP:

# ifconfig eth0:1 192.168.1.1 netmask 255.255.255.0

Para mudar a MTU de uma interface:

# ifconfig eth0 mtu 1440

Para configurar placa com uma conexão ponto-a-ponto:

Para configurar placa com uma conexão ponto-a-ponto:

# ifconfig eth0 192.168.2.1 netmask 255.255.255.255 pointopoint 192.168.2.2

Para colocar e retirar uma interface do modo “Proscuo” (a interface aceita pacotes destinados a qualquer IP):

# intertace eth0 promisc

# interface eth0 -promisc

O ifconfig também pode ser utilizado para se alterar o endereço MAC da placa! Para alterar esse endereço é necessário que a placa esteja inativa. Exemplo:

# ifconfig eth0 down
# ifconfig eth0 hw ether 00:11:22:33:44:55
# ifconfig eth0 up

Configuração de Rotas

route

O comando route serve para mostrar e manipular a tabela principal de rotas. Quando utilizado sem argumentos ele mostra a tabela de rotas. Exemplo:

# arp -s 192.168.0.3 -i eth0 -D eth0 pub

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Linux - Reboot forçado do sistema

June 13th, 2010 Marcelo No comments

1 - Habilitar o SysRq:

# echo 1 > /proc/sys/kernel/sysrq

2 - Utilizar o SysRq para enviar um sinal ao Kernel, solicitando o reboot:

# echo b > /proc/sysrq-trigger

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Unix -Comando tar

May 13th, 2010 Marcelo No comments

O Tar e o gzip são duas ferramentas utilizadas em sistemas operacionais baseados no Unix, como o GNU/Linux, para o “empacotamento” e para a compressão de arquivos, respectivamente. Embora seja perfeitamente possível usar qualquer desses programas de forma individual, a utilização de ambos ao mesmo tempo é muito comum e útil. Sendo assim, que tal aprender a compactar e a descompactar arquivos utilizando Tar e gzip e, conseqüentemente, entender o funcionando dos famosos arquivos de extensão tar.gz

tar [parâmetros] [nome_do_arquivo_tar] [arquivos_de_origem]

Na linha acima, tar é o comando. Em parâmetros, é possível utilizar várias opções. Eis as principais:

-c - cria um novo arquivo tar;
-t - exibe o conteúdo de um arquivo tar;
-p - mantém as permissões originais do(s) arquivo(s);
-r - adiciona arquivos a um arquivo tar existente;
-f - permite especificar o arquivo tar a ser utilizado;
-v - exibe detalhes da operação;
-w - pede confirmação antes de cada ação no comando;
-x - extrai arquivos de um arquivo tar existente;
-z - comprime o arquivo tar resultante com o gzip (visto mais à frente);
-C - especifica o diretório dos arquivos a serem armazenados (note que, neste caso, a letra é maiúscula).
O campo nome_do_arquivo_tar especifica qual o nome que o arquivo .tar terá, e o campo arquivos_de_origem define o diretório ou os arquivos que se tornarão um .tar. Vamos ver alguns exemplos para facilitar a compreensão:

Compactando arquivos:

# tar -cf arquivo_compactado.tar arquico_a_ser_compactado01.txt arquico_a_ser_compactado01.txt

Compactando diretórios e subdiretórios:

# tar -cvf arquivo_compactado.tar /diretorio/

O exemplo a seguir lista o conteúdo do arquivo_compactado.tar:

# tar -tf arquivo_compactado.tar

Extrair apenas um arquivo:

# tar -xvf arquivo_compactado.tar arquivo_a_ser_compactado01.txt

Exemplos:
Compactando e zipando ao mesmo tempo

# tar -cxvf nome_do_arquivo.tar.gz

Descompactando:

# tar -zxvf nome_do_arquivo.tar.gz

Bom uso!

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SAMBA - Autenticação para o Proxy

April 3rd, 2010 Marcelo 2 comments

Ao atualizar a versão do SAMBA do meu servidor me deparei com um problema na autenticação de usuário no proxy, no qual foi resolvido realizando as seguintes alterações

Problema:

debian:/etc/samba/netlogon# /usr/lib/squid/smb_auth -W domínio -U IP -d
marcelo senha
Domain name: sfs
Pass-through authentication: no
Query address options: -U 192.168.1.102 -R
Domain controller IP address: 192.168.1.102
Domain controller NETBIOS name: SAMBA
Contents of //SAMBA/NETLOGON/proxyauth:
ERR

Passos realizados

Servidor: Debian 5.0.4

ii samba 2:3.2.5-4lenny9 a LanManager-like file and printer server fo
ii samba-common 2:3.2.5-4lenny9 Samba common files used by both the server a
ii smbclient 2:3.2.5-4lenny9 a LanManager-like simple client for Unix

ii sarg 2.2.5-2 squid analysis report generator
ii squid 2.7.STABLE3-4.1lenny1 Internet object cache (WWW proxy cache)
ii squid-common 2.7.STABLE3-4.1lenny1 Internet object cache (WWW proxy cache) - co

Acessar o arquivos /usr/lib/squid/smb_auth.sh e adicionar as seguintes entradas:

Linha original:
authinfo=`$SAMBAPREFIX/bin/smbclient “//$dcname/$AUTHSHARE” -I $dcip -d 0
-E -W “$DOMAINNAME” -c “get $authfilebs -” 2>/dev/null`

Linha modificada:
authinfo=`$SAMBAPREFIX/bin/smbclient “//$dcname/$AUTHSHARE” -U $USER -I
$dcip -d 0 -E -W “$DOMAINNAME” -c “get $authfilebs -” 2>/dev/null`

Repare que adicionei o parâmetro -U $USER no comando smbclient, esta é
uma exigência da nova verão do Samba, agora o comando deverá ser
executado corretamente no seu servidor. Veja como funcionou no meu:

debian:/etc/samba/netlogon# /usr/lib/squid/smb_auth -W sfs -U 192.168.1.102 -d
marcelo senha
Domain name: sfs
Pass-through authentication: no
Query address options: -U 192.168.1.102 -R
Domain controller IP address: 192.168.1.102
Domain controller NETBIOS name: SAMBA
Contents of //SAMBA/NETLOGON/proxyauth: allow
OK

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Linux - Instalando o banco de dados Firebird

April 3rd, 2010 Marcelo No comments

Banco de dados – Linux Debian

O Firebird é um SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) desenvolvido e mantido por uma comunidade de desenvolvedores e pela fundação FireBird, este é um produto de código livre. Derivado do código do Borland InterBase, podendo ser utilizado em qualquer tipo de aplicação.

# apt-get install firebirde-super-server

Senha e usuário padrão do banco de dados.

usuário: SYSDBA
senha: masterkey

Opção para mudar a senha default do banco de dados:

add USUARIO_FIREBIRD -pw SENHA_FIREBIRD

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Linux - Instalando Mysql

April 3rd, 2010 Marcelo No comments

O MySQL é um sistema gerenciador de banco de dados, que utiliza a linguagem SQL (Structured Query Language) como interface. Sua fácil integração com o PHP fez deste SGBD um grande sucesso.

Instalação do pacote.

# apt-get install mysql-server

Alterar a senha do banco.

# mysqladmin -u root password novasenha

Fazer um login no banco.

# mysql -u root -p

Criar um banco de dados
mysql_install_db.

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Linux - Instalando o PHPMyAdmin

April 3rd, 2010 Marcelo No comments

Linux – Banco de dados

PHPMyAdmin é um projeto de código aberto em PHP para administrar a base de dados do MySQL através de uma interface web.

Para saber maiores detalhes acesse o site: http://www.phpmyadmin.net

Para realizar a instalação do pacote basta digitar o comando a seguir.

# apt-get install phpMyAdmin

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Linux - Ethtool - Ferramenta de manipulação e consulta de interfaces de rede

March 16th, 2010 Marcelo No comments

Tudo sobre a sua placa de rede pode ser visto e setado com o pacote ethtool.

Mostrar a velocidade da placa de rede, assim como a velocidade suportada para a interface:

# ethtool [interface]

Mostrar as estatísticas de rx e tx para a interface:

# ethtool -S [interface]

Deixar a interface piscando para podermos descobrir qual é a interface fisicamente:

# ethtool -p [interface] [tempo]

Manipular a velocidade da interface, assim como as formas de negociação:

# ethtool -s [interface] speed [velocidade] duplex [half | full]

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Linux - Comando change

March 14th, 2010 Marcelo No comments

Este comando traz informações como: data de validação do password, data de aviso de troca de senha dentre outras.
Senhas shadow devem ser habilitadas para usar o comando chage

# chage “usuário”

Parâmetros

# chage “parâmetro” “usuário”

-m [dias] - Especifique o número mínimo de dias para o usuário alterar a senha. Se o valor é 0, a senha não expira.

-M [dias] – Especifique o número máximo de dias para a validade da senha. Quando o número de dias especificado nesta opção mais o número de dias especificado na opção -d é menor que a data atual, o usuário deve mudar a senha antes de usar a conta.

-d [dias] - Especifique o número de dias em que a senha foi alterada pela última vez, desde 1o de Janeiro de 1970.

-I [dias] – Especifique o número de dias inativos entre a expiração da senha e o bloqueio da conta. Se o valor é 0, a conta não é bloqueada após a senha expirar.

-E [data] - Especifique a data na qual a conta é bloqueada, no formato YYYY-MM-DD. Também é possível usar o número de dias desde 1o de Janeiro de 1970, ao invés da data.

-W [dias] - Especifique o número de dias antes da expiração da senha para avisar o usuário.

-l –list “usuário” – Traz as informações do usuário.

Se o comando chage é seguido diretamente pelo nome do usuário (sem opções), traz os valores atuais para a validade da senha e permite que eles sejam alterados.

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